“Coração não é tão simples quanto pensa…”

Hey Kids, tudo bem??
Então, faz uma cara que eu não posto. Mas dona Lúcia Freitas (aka Joaninha) não deixa Luluzinha sossegada quando rola blogagem coletiva sobre determinados assuntos. E esse, em particular, me preocupa muito.
A campanha
“O que mais existe por trás do biquíni?” não vem falar pra gente se preocupar com a aparência, e sim com o coração. Não com o figurado, aquele dos sentimentos, aquele que o Luan Santana faz com a mão. Aquele que bombeia o sangue, que faz tum-tum no nosso peito sabe?
E bem, além de ter um fator de risco (estou BEM acima do meu peso), tenho predisposição genética (minha mãe, dona Marga, tem problemas de coração e minha avó sofria dos mesmos). Meu estilo de vida não é dos melhores, estou mudando o mesmo o quanto posso: to melhorando minha alimentação, consumindo menos sal… (BTW, alguém tem recomendação legal de nutricionista e endócrino?)
Dizem por aí que um dos vilões é a comida industrializada. Isso porque:
- se coloca o sal e o glutamato monossódico (AKA ajinomoto) para melhorar o sabor.
- Ah, tem também o adoçante (o mais comum é baseado em sacarina sódica), que tem que ser usado com moderação (e orientação médica, acho).
Junte isso a:
- falta de exercícios (meu maior pecado)
- a falta de mobilidade (fala aí: qual a maior distância que você anda a pé durante a semana?)
- e ao estresse nosso (aliás, a ansiedade é colaboradora forte desse cara ai)
E pronto: temos um combo para aumentar as chances de doenças cardiovasculares!
Isso que eu nem entrei no mérito:
- das pílulas e na quantidade de hormônios que ingerimos com os alimentos (sou a favor de orgânicos, mas nem sempre é possível), e;
- do consumo de gorduras (porque é de conhecimento geral que essa coisa ai deixa o alimento mais gostoso para nossas papilas gustativas).
Até porque todos esses fatores que falo aqui dependem muito de um ser só: a gente.
Mudar de hábito é mudar de paradigma. Se alimentar com mais calma e cuidado, andar mais e se estressar menos exige muito da gente. Exige:
- planejamento
- capacidade de priorização
- tempo
Não to dizendo que deveremos parar tudo, mas existe um senso de urgência (oi ansiedade, tudo bem?) que nem sempre é verdadeira. Não temos que ficar sempre pilhados. E é ai que a gente mais peca. Porque o senso de urgência, de que tudo tem que ser pra agora, é o que causa a “falta de tempo” para comer direito, para andar, para descansar (quem reclama de cansaço no twitter?? EU \o/). Nossos hábitos e nossas prioridades estão invertidas. Não temos mais pique, não temos mais saúde pra aguentar o ritmo de vida que impomos a nós mesmos.
E ai fica a pergunta: o ritmo é imposto pelo geral ou a gente que acompanhar a tudo e todos ao mesmo tempo?? (tipo tudo junto e misturado – o nome chique disso é convergência e eu acho superlegal quando ela acontece de maneira saudável…)
Ai, só pra encerrar, tem o hotsite da campanha (o link tá lá em cima), tem a puxada de orelha da Joaninha
aqui, tem uma história legal da Jujuba
aqui e mais alguns bons posts na blogosfera. Fora os “drops” de conhecimento do twitter com a hashtag
#portrasdobiquini.
See ya later
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